sábado, 21 de março de 2009

Novidade no email da turma

Esse novo email foi ideia da manu e vem para facilitar a comunicação de todos os alunos, quando você enviar um email, automaticamente todos recebem na mesma hora.............

nosso novo email é: psicoscs@grupos.com.br

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ser psicólogo

Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.Não apenas isso, é também uma notável dádiva.Recebemos o dom de usar a palavra, o olhar,as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.O dom de tirar lá de dentro o melhor que temospara cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.Pois não há maior que o de tocar no que há de maisprecioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.Somos psicólogos e trememos diante da constataçãode que temos instrumentos capazes defavorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênçãoque é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portaspara a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.Mesmo na contra-esperança, esperar.E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,do conselho, da minha sinalização.Que as lágrimas que diante de mim rolarem,pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,sejam segredos que me acompanhem até o fim.E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio deter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém quenão tinha com quem contar para dividir sua solidão,sua angústia, seus desejos. Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir que isso só começa quando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar.

Mario gonçalves

Espaço da leitura

Personalidades segundo a psicologia


Introdução:
Há aproximadamente 2400 anos, Hipócrates o pai da medicina dividiu os seres humanos em quatro grupos distintos classificando-os segundo seus temperamentos. Um século e meio depois do imperador Constantino decretar o cristianismo como a religião oficial de Roma, o império ruiu e a Igreja inicia seu período negro. Por esse motivo pouco foi acrescido ao conceito de Hipócrates até o século dezenove. No final do século dezenove surge a psicologia e renascem os estudos do comportamento humano. Alguns estudiosos reduziram os temperamentos para dois: Introvertido e extrovertido. Sigmund Freud e seus discípulos, no início do século vinte atribuem o comportamento humano ao meio que pertencem. Com isso passa a explicar os desvios de conduta e isenta o homem de sua culpa pelo erro cometido. A teologia cristã permanece praticando a tese dos quatro temperamentos e apresenta o controle temperamental como solução às crises emocionais, passando a discordar do que Freud explica.

01 – Sangüíneo (Popular):
É o mais notável dos temperamentos, pois externa com muita facilidade suas emoções e expõe sua intimidade sentimental sem nenhuma dificuldade. Controla as pessoas por seu encanto, assumem compromissos com muita facilidade sem intento de cumpri-los, somente o faz para não perder sua popularidade. É bastante extrovertido, gosta de ambientes agitados sua cor preferida é o vermelho. a) Pontos fortes: Falante, expressivo, cordial, amigável, comunicativo, entusiasta, compreensivo. b) Pontos fracos: Indisciplinado, emocionalmente sensível, improdutivo, egocêntrico exagerado. c) Funcionalidade temperamental:. Os sangüíneos geralmente são bons vendedores, atores, oradores, e, não raro, tornam-se líderes.

02 – Colérico (Mandão):
É considerado líder nato, imperioso de personalidade forte, controla as pessoas com seu humor. Tem a mente fervilhando de idéias, gosta de mudanças e transformações, muda o mundo através do serviço dos outros. Seu estilo é conservador e sua cor preferida é o preto. a) Pontos fortes: Vontade forte, independente, visionário, prático, produtivo, decidido e líder. b) Pontos fracos: Cruel, irado, sarcástico, auto-suficiente, impetuoso, dominador, vingativo, frio e insensível. c) Funcionalidade temperamental: Os coléricos por sua natureza cruel geralmente são militares, administradores de empresas, técnicos de futebol, etc. Por sua natureza cruel caso não sejam controlados dominam o mundo e suas atrocidades entram para história, como a dos coléricos Hitler, Mussoline Napoleão e outros.

03 – Melancólico (Perfeito):
É o mais apaixonante dos temperamentos, vive intensamente todas as emoções. È o mais sofredor vive descontente com tudo, tenta construir um mundo perfeito e a frustração vem por não atingir seu objetivo. Controla as pessoas por seu romantismo, sua cor preferida é o amarelo. a) Pontos fortes: Talentoso, analítico, esteta, habilidoso, auto- disciplinado, disposto a sacrificar-se e sensível. b) Pontos fracos: Autocentralisado, desconfiado, suscetível, vingativo, mal-humorado, crítico, teórico, não-social e pessimista. c) Funcionalidade temperamental: São escritores, cientistas, estrategistas, professores, políticos, etc. São românticos, são de poucos amigos e os poucos que aceitam são fieis. São tardios em irar-se, porém quando ocorre ficam descontrolados.

04 – Fleumático (Diplomata):
É o mais introvertido dos temperamentos, vive despreocupado e aparentemente tranqüilo, porém é um verdadeiro poço de gastrite. Evita o conflito, prefere guardar para si a mágoa a iniciar uma contenda. Controla as pessoas pela procrastinação, nunca faz hoje o que pode deixar para amanhã. Suas cores preferidas são as claras. a) Pontos fortes: Calmo, quieto, digno de confiança, objetivo, diplomata, eficiente, organizado, prático, cheio de humor, condescendente. b) Pontos fracos: Procrastinador, egoísta, avarento, autoprotetor, indeciso, temeroso, desmotivado. c) Funcionalidade temperamental: Não se emocionam com facilidade, nem se movem com rapidez, seu temperamento feliz supre o que lhe falta de sagacidade e sabedoria, são teimosos e geralmente conseguem o que querem sem ferir os outros.

Conclusão:
Aí está! Em poucas palavras a teoria de dois mil e quatrocentos anos sobre os quatro temperamentos. Porém ninguém é cem por cento: Sanguíneo, colérico, melancólico ou fleumático. Todos somos uma combinação de dois ou três tipos de temperamentos. Entretanto seu temperamento predominante ou fundamental, aquele que influência mais, não deve ser difícil de classificar.

Mario gonçalves